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Calendário de reposição de aulas no Estado não foi definido

Após 26 dias de greve dos professores do Rio Grande do Norte, a Secretaria de Educação e Cultura do Estado (SEEC) ainda não definiu o calendário de reposição de aulas para o ano letivo de 2023. A perspectiva, de acordo com a pasta, é divulgar as informações até a próxima semana. As aulas devem durar até dezembro deste ano. Enquanto isso, os docentes realizaram mais uma paralisação nesta quarta-feira (26) pela aplicação da Lei do Piso. Alunos que estão na preparação para o exame do ensino médio são os que mais reclamam da falta de aulas na rede pública de ensino.



Magnus Nascimento


A estudante, Thalyta Amably, 16, é uma das que se preocupa com a reposição devido a preparação para o ENEM. Ela está no 2º ano do ensino médio no Centro Educacional de Educação Profissional (CEEP) e é nessa série que começam as aulas preparatórias para o exame. “Acabamos que perdemos muito conteúdo, ainda mais que [a greve] foi perto de semana de provas. Perdemos muita coisa que é importante, necessária. A reposição das aulas é muito importante para a gente não sair prejudicado”, comenta.

Outra pessoa que tem ouvido reclamações de outros alunos é o porteiro da Escola Estadual Padre Miguelinho, João Maria. Ele diz que depois do fim da paralisação, os comentários se tornaram constantes, inclusive dos pais dos estudantes. “Quem reclama é o pessoal do terceiro ano que vai fazer ENEM. Os pais também reclamam bastante porque ficou vários dias sem aula”, relata.



Com informações da Tribuna do Norte.

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