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Geração de empregos em julho no RN cresce 38,8%, diz Novo Caged

Sétimo mês do ano foi o com o maior número de contratações no estado, aponta relatório do Ministério do Trabalho



Segmento agro foi o que teve a maior geração de vagas de emprego no mês de julho, segundo Novo Caged. Foto: José Aldenir/Agora RN


No mês de julho, o Rio Grande do Norte teve o maior número de contratações de 2023, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Foram 18.950 admissões em todo o Rio Grande do Norte, de acordo com o painel de informações do Novo Caged, crescimento de 1,4%.


Outro fator que pode ser considerado positivo foi a queda nos desligamentos. Em junho deste ano foram 16.144 demissões, contra 15.419 do último mês apresentado – encolhimento de 4,49%. O saldo – diferença entre demissões e contratações – também teve incremento no sétimo mês em relação a junho de 2023: aumento de 38,8%. Foram 3.531 novos empregos gerados no último período analisado, contra 2.543 do sexto mês do ano.


O setor de agropecuária – que engloba agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura – foi o que teve o maior saldo de empregos (1.373), seguido pela indústria (889) e em seguida pelo setor de serviços (642). Os segmentos de construção (355) e comércio (272) fecham os dados do Novo Caged no Rio Grande do Norte.


No Brasil

Os dados do Novo Caged de julho mostram que o emprego formal no país apresentou um saldo positivo de 142.702 postos de trabalho no mês. O saldo positivo foi puxado pelo setor de serviços, que gerou 56.303 postos (39% do saldo) e comércio, com 26.744 postos (19% do saldo). No acumulado do ano, são 1,16 milhão de postos de trabalho, saldo positivo nos cinco grupamentos econômicos avaliados e em 26 das 27 Unidades da Federação.


Os dados, apresentados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, em entrevista coletiva, demonstram que o país tem um estoque total de 43,6 milhões de empregos formais, o maior número já registrado na série histórica levando em conta tanto o período do Caged (junho de 2002 a 2019) quanto do Novo Caged (a partir de 2020). O salário médio real de admissão em julho foi de R$ 2.032,56, aumento de R$19,33 em comparação com o valor de junho, que foi de R$ 2.013,23.


No mês de julho, todos os grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O saldo de 56.303 postos formais de trabalho no setor de serviço foi maior nas áreas de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (27.218 postos), alojamento e alimentação (9.432 postos) e transporte, armazenagem e correio (8.904 empregos) no mês.


No Comércio, o destaque foi o setor varejista de produtos farmacêuticos (+3.554) e mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – supermercados (+2.419) e minimercados (+1.704). A Construção Civil teve saldo positivo de 25.423 postos e a Indústria, de +21.254 postos no mês.

Em termos geográficos, apenas no Rio Grande do Sul (-2.129) houve queda do emprego formal, que ficou positivo nas outras 26 unidades da federação. Os maiores saldos foram em São Paulo (+43.331), Rio de Janeiro (+12.710) e Minas Gerais (+12.353).

Entre os grupos populacionais, houve crescimento de 43.947 postos para mulheres e 98.755 para os homens. No que se refere à População com Deficiência, identificou-se saldo positivo de 452 postos de trabalho. O emprego em julho foi positivo para pardos (+75.918), brancos (+15.919), pretos (+13.035), amarelos (+720) e indígenas (+311).



Agora RN.


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