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Obras na rua Mirassol devem durar mais 40 dias

As obras na rua Mirassol, no bairro Felipe Camarão, devem durar mais 40 dias, de acordo com assessoria da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). Agora os trabalhadores se concentram na retirada de ligações clandestinas. No manhã desta quinta-feira (27) a reportagem da Tribuna do Norte esteve no local e presenciou o fechamento da cratera que tomou parte da rua. O serviço foi iniciado no dia 6 de setembro, dois meses após as fortes chuvas de julho, e continua sem complicações até o momento.


Foto: Magnus Nascimento


Ainda segundo a assessoria da pasta, a obra segue por partes. No momento, além da retirada de ligações clandestinas, os trabalhadores concluem a fase de drenagem em alguns pontos. Essa é a parte que irá garantir que um novo buraco não se abra no mesmo local devido as chuvas. “É um serviço das ligações dos tubos. Para receber as águas de chuvas e não ocorrer o problema. Também estão vendo a questão das ligações clandestinas que alguns moradores ainda insistem em ligar nas redes da Prefeitura”, explica a assessoria.

Essa é ultima fase antes da pavimentação, que deve começar em 30 dias. Esse pode ser o momento mais rápido da obra, segundo assessoria. “Pode ser que em 40 dias encerre já tudo. A pavimentação é coisa rápida. Em dois, três dias faz”, explicou. A TN tentou contato com o secretário da Seinfra, Carlson Gomes, para entender melhor o andamento da obra, bem como a próxima fase, mas foi informada que o líder da pasta estaria incomunicável durante o dia devido a reuniões e outros compromissos.


O obra na rua Mirassol, orçada no valor de R$ 2,2 milhões pelo Governo Federal, é definitiva e resolve os demais problemas de drenagem e esgoto naquela região. Além disso, é plano da Seinfra investir em um novo projeto, ainda sem data ou prazo para início e conclusão, como divulgado anteriormente pelo secretário. A intenção é iniciar uma obra maior em outros trechos da rua Mirassol.


Relembre

A cratera se abriu quando o nível da água começou a subir e preocupar moradores, ainda na madrugada da quinta-feira para a sexta (8), em julho deste ano. Pelo menos 20 famílias precisaram deixar suas casas na época. Nos dias que se seguiram, as famílias foram cadastradas em programas de assistência social. A cratera chegou a ter mais de 100 metros de extensão e, no trecho mais profundo, quase dois metros de altura. A situação levou a Defesa Civil de Natal a interditar imóveis no local. A empresa responsável é a Certa Construções.


Casas tiveram calçadas destruídas e parte dos moradores precisaram recorrer a residências de parentes ou a pagar aluguel. De acordo com a Secretaria de Assistência Social (Semtas), a pasta continua acolhendo as vítimas das chuvas. Para as que cumpriram os critérios estabelecidos em lei, foi disponibilizado o aluguel social, além de serem acompanhadas pelo Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e Centro Especializado em Assistência Social (Creas).



Por Tribuna do Norte

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