top of page

Papa: o amor, primeiro e indispensável remédio para a cura

Francisco recebeu as Irmãs Hospitaleiras e as Filhas de São Camilo, que estão reunidas em Roma para seus Capítulos Gerais.




O Papa recebeu as capitulares de duas Congregações femininas: as Irmãs Hospitaleiras e as Filhas de São Camilo. “Este é o período dos Capítulos”, disse Francisco ao acolhê-las numa audiência conjunta, “um momento de graça”.

Em seu discurso, o Pontífice recordou o percurso das duas Congregações, inspiradas por fundadores que, sob a ação do Espírito Santo, realizaram grandes obras lançando-se lá onde a caridade clama, sem demasiados cálculos, com a “loucura santa do amor”. “Se falta amor, estamos acabados”, afirmou Francisco.


Este foi o caso de Maria Angustias Gimenez, da Venerável Josefa Recio e de São Bento Menni, que em 1881 iniciaram na Espanha uma obra de vanguarda aos se dedicarem aos doentes mentais. “Algo belo, sem interesses humanos”, observou o Pontífice. Assim nasciam as Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus. Desde então, a missão foi avante, estendendo a assistência a novos sofrimentos e pobrezas, com especial atenção à recuperação e à reabilitação integral das pessoas e de suas famílias. “Isso é belo, porque assim todos se curam juntos, cada um segundo sua necessidade e as feridas que carrega. “Não nos esqueçamos jamais, por favor: todos necessitamos de cura, todos, e cuidar dos outros."


Poucos anos depois, em 1892, em Roma foi fundada a Congregação das Filhas de São Camilo por outra mulher, Santa Josefina Vannini, e pelo Beato Luís Tezza, cujo túmulo o Papa visitou porque se encontrava em Buenos Aires.

Francisco inclusive recordou que foi internado nas estruturas das irmãs para operações que sofreu no passado. Santa Josefina, lembrou o Papa, gostava de dizer que somente com o amor é possível vencer o sofrimento. O amor, portanto, é o primeiro e indispensável remédio para a cura.  


A exortação do Papa às capitulares é para se deixarem impulsionar pela mesma audácia dos fundadores. “Ousem, sem temor, e deixem-se interrogar pelas novas pobrezas do nosso tempo, e são muitas! Obrigado por seu trabalho. Por favor, não percam a alegria, não percam o sorriso e a alegria do coração.”

0 visualização0 comentário

Comments


bottom of page