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PIB do Brasil avança 0,4% no 3º trimestre, na quinta alta seguida


Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil


O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,4% no 3º trimestre, na comparação com os três meses imediatamente anteriores, divulgou nesta quinta-feira (1) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o quinto trimestre de alta consecutiva da atividade econômica do país. Em relação ao 2º trimestre, houve uma desaceleração no crescimento.


Com esse resultado, o PIB chega ao maior patamar da série histórica, iniciada em 1996. Além de atingir o maior nível da série, o PIB ficou 4,5% acima do patamar pré-pandemia, registrado no quarto trimestre de 2019. Frente ao mesmo trimestre de 2021, o PIB cresceu 3,6%. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em setembro, a atividade econômica cresceu 3% frente aos quatro trimestres imediatamente anteriores. O acumulado do ano foi de 3,2% frente ao mesmo período de 2021.



Em valores correntes, o PIB no terceiro trimestre de 2022 totalizou R$ 2,544 trilhões.

De acordo com a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, com o resultado do 3º trimestre, o patamar da economia brasileira superou em 1,4% o pico, que até então havia sido registrado no 1º trimestre de 2014. Isso significa que a atividade econômica do país atingiu o seu maior nível em 26 anos.


Pela ótica da oferta, o destaque ficou com o setor de Serviços, que avançou 1,1%. Já a Indústria cresceu 0,8%, e a Agropecuária recuou 0,9%.


Pelo lado da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo (investimentos produtivos na economia) subiu 2,8% em relação ao trimestre anterior. O Consumo das famílias teve alta de 1%, e as despesas de consumo do governo cresceram 1,3%.


O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e é o principal indicador usado para medir a evolução da economia (entenda como ele é calculado).


Principais destaques do PIB do 3º trimestre:

  • Serviços: 1,1%

  • Indústria: 0,8%

  • Agropecuária: -0,9%

  • Consumo das famílias: 1%

  • Consumo do governo: 1,3%

  • Investimentos: 2,8%

  • Exportações: 3,6%

  • Importação: 5,8%


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