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Ponte de Igapó ficará bloqueada até julho de 2024; contrato terá aditivo até 2025

A obra de reparo da ponte de Igapó, na zona Norte de Natal, está prestes a começar e, desde a tarde da terça-fera (12), parte do fluxo de veículos está bloqueado para a instalação do canteiro de obras. O contrato em vigor com uma construtora para a realização das intervenções previa o término das obras em janeiro de 2024 e foi firmado após licitação homologada em setembro de 2021. Contudo, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) vai prorrogar a vigência do contrato até janeiro de 2025. O fluxo de veículos ficará bloqueado até julho do ano que vem.


Ponte de Igapó passará por obras e ficará bloqueada por 9 meses / Alex Régis


A licitação para a escolha da empresa que fará os reparos na ponte de Igapó ocorreu há dois anos e, segundo o superintendente do Dnit, Getúlio Batista, não tem qualquer ligação com o explosivo que foi detonado nos ataques criminosos em março deste ano.

Pelo planejamento inicial, o Dnit prevê que somente uma das pontes seja bloqueada por vez e, no primeiro momento, levará de 10 a 15 dias para a instalação do canteiro de obras, incluindo a instalação de tapume no chamado "tabuleiro" da ponte, que é a parte superior e será a primeira parte da estrutura a ter as intervenções de engenharia.


O tempo previsto inicialmente para a realização das intervenções no momento em que ocorreu a assinatura do contrato com a empresa era 24 de janeiro de 2024. Contudo, esse tempo é considerado insuficiente e o Dnit está preparando um aditivo contratual contemplando todo o período de obras, com vigência até 24 de janeiro de 2025.

De acordo com profissionais do Dnit, a duração das interdições vão depender do andamento das obras na parte de cima da ponte, que é a prioritária. Depois disso, o órgão passa a trabalhar na meso e infra-estruturas, que são a parte submersa (estacas e bloco de coroamento) e a parte intermediária (pilares, longarinas e transversinas), respectivamente.

Para buscar minimizar o período de interdições e o consequente transtorno na mobilidade, o Dnit inverteu as fases construtivas. As ações na parte da lajes e pista de rolamento deverá ser concluída em julho de 2024. A partir daí, é possível que o trabalho ocorre na parte inferior da ponte e sem nenhuma implicação no fluxo de carros, que estará liberado.


Tribuna do Norte.

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