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Reforma do IFRN Cidade Alta deve terminar ainda neste ano

Fechado ao público desde o início da pandemia de covid-19, em 2020, o prédio do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), no bairro de Cidade Alta, em Natal, ainda precisa de reparos. Atualmente, alguns setores da administração do Centro de Tecnologia e Cultura do instituto estão funcionando enquanto as obras seguem. As obras são para restauro e adequação dos espaços estão orçadas em R$ 1 milhão com expectativa de que sejam finalizadas até o final do ano, segundo a Reitoria.



Alunos foram transferidos para a unidade das Rocas. Prédio, que é tombado, se deteriorou. Obras estão orçadas em R$ 1 mi / Adriano Abreu


Até o fechamento ocasionado pela pandemia da covid-19, o prédio funcionava diariamente como um campus de ensino. Após a conclusão dos serviços, o prédio será utilizado para abrigar atividades como museus e cursos de formação inicial e continuada. Além dos reparos internos, que estão em andamento, o prédio precisa de manutenção no telhado da parte frontal da estrutura, que é tombada.


A reportagem da TRIBUNA DO NORTE visitou o imóvel e averiguou trechos onde o teto, de madeira, estava deteriorado. Por causa do tombamento da fachada, qualquer intervenção precisa de autorização prévia do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A direção afirmou que está providenciando a documentação necessária para solicitar a autorização do órgão para que seja realizada a manutenção do telhado da parte tombada do prédio.


Outro serviço que precisa ser feito é a readequação da estrutura de internet. Com a paralisação de atividades por mais de dois anos, equipamentos eletrônicos e cabeamento ficaram danificados. "Tem pontos em que você vai ligar o computador em um cabo na parede e ele não funciona porque oxidou e tem que trocar. Só que o cabeamento é dentro da parede e o prédio é histórico, então a gente não pode trocar. A ideia agora é fazer não cabeada, no modelo Wi-Fi", disse o servidor em cooperação da Reitoria do IFRN, Fernando Henrique. Segundo ele, a readequação ainda está em fase de projeto. O estudo para implementação dos equipamentos já definiu as áreas, mas ainda precisa de definições acerca dos ambientes, para que seja calculado um número base de pessoas no espaço.


Enquanto a reportagem esteve no local, havia trabalhadores em serviço. O porteiro do prédio informou que se tratava da equipe que estava instalando aparelhos de ar-condicionado. Desde o fechamento do prédio, localizado na Av. Rio Branco, as aulas foram remanejadas definitivamente para a unidade das Rocas do Campus Cidade Alta.





Com informações da Tribuna do Norte.

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