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Zurich anuncia na segunda melhorias para Aeroporto de Natal

Foto: Magnus Nascimento


Nesta segunda-feira (19), a Zurich Airport Brasil assume as operações do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, em uma cerimônia que contará com a presença de representantes do Governo Federal e de porta-vozes da concessionária. A governadora Fátima Bezerra (PT) também estará no evento, previsto para iniciar às 14h, no terminal aéreo. Na ocasião, a Zurich fará a apresentação de melhorias previstas para o aeroporto já em 2024. A empresa foi a vencedora do primeiro leilão de relicitação de aeroportos no Brasil. O terminal potiguar foi arrematado com um lance de R$ 320 milhões.


O valor pago pela concessionária à Inframérica, antiga operadora do aeroporto, no entanto, foi de R$ 323,1 milhões, corrigido com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Governo Federal quitou outros R$ 199,74 milhões em ressarcimento à Inframérica. A Zurich irá administrar o equipamento pelos próximos 30 anos, com previsão de investimentos, nesse período, de R$ 308,9 milhões em obras, conforme estabelecido em contrato.


A cerimônia desta segunda, chamada de transferência de responsabilidade operacional, terá coquetel para convidados, imprensa e autoridades. O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, além da governadora do RN, participam do evento. Os porta-vozes Ricardo Gesse, CEO da Zurich Airport Brasil, e Tobias Markert, CEO da Zurich Airport Latin América, também estarão presentes.


O leilão de relicitação do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante aconteceu em maio do ano passado com lance mínimo de R$ 226,9 milhões. O valor arrematado representou, portanto, um ágio de 41% ao montante inicial determinado em certame. O Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves foi o primeiro terminal do País transferido para a iniciativa privada, em 2011, e o primeiro aeroporto federal a ser construído do zero pelo setor privado.


A Inframérica iniciou as operações em maio de 2014, porém, seis anos depois, em 2020, anunciou que iria devolver a concessão. A empresa alegou ter investido cerca de R$ 700 milhões em obras de infraestrutura, mas enfrentou dificuldades em razão da crise econômica que o País atravessou, especialmente no período inicial da concessão e que teria afetado o turismo na região.



Tribuna do Norte.

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